Bandidagem de toga quer manter impunidade






TOGA USA e abUSA da IMPUNIDADE

Podem continuar ocultando documentos para forjar condenações.

Podem criar inquéritos paralelos e torná-los sigilosos, pois assim NINGUÉM saberá quem lá é (ou deveria ser) investigado, pois seu barbosístico filhinho é beneficiário do “esquema”.

Podem transmutar dinheiro privado em recurso público.

Podem deixar de investigar e punir CRIMES contra o Sistema Financeiro, mesmo com farta documentação comprovando a falcatrua platinada.

Podem fazer vistas grossas para sumiços SELETIVOS de processos BILIONÁRIOS.

Podem ignorar sem CONSTERNAÇÃO o beneficiário do sumiço de processo bilionário e que também identifica os autores da sonegação/corrupção.

Podem apenas no “seu sentir” condenar quem desejarem, mesmo com documentação comprovando a inocência.

Podem fazer qualquer estripulia jurídica - TRAVESTIDA DE LEGALIDADE - que o PIG (partido da imprensa golpista) dá sustentação midiática.

Até quando continuarão sendo punidos com aposentadoria polpuda ?

É momento de identificar quem se indignará nas ruas contra tamanha desfaçatez.


O gigante midiático platinado agradece, pois continuará livre para delinquir em VIRGENS ILHAS.


Parlamentares esvaziam proposta que permitiria a demissão de juízes

Os senadores entraram em acordo para enterrar os textos originais das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 53 e 75, de autoria de Humberto Costa (PT-PE), que possibilitariam a demissão de juízes e integrantes do Ministério Público (MP) por decisão administrativa. Houve consenso em torno de um substitutivo apresentado na quinta-feira (11/7) pelo relator da matéria, senador Blairo Maggi (PR-MT), que mantém a vitaliciedade dos cargos de membros das duas carreiras, mas cria punições pontuais em casos de crimes cometidos por ocupantes de cargos de ambas as categorias. No entanto, diante do risco de as propostas alternativas não serem aprovadas, devido ao baixo quórum no plenário, os líderes decidiram adiar a votação. O tema deve voltar à ordem do dia somente em agosto.

O substitutivo de Maggi e as emendas apresentadas por senadores colocam fim à aposentadoria compulsória com valores proporcionais ao tempo de contribuição dos magistrados, promotores e procuradores em processo disciplinar. Os senadores chegaram a um acordo que estabelece que membros das duas categorias só poderão ser demitidos por condenação judicial transitada em julgado, quando não há mais possibilidade de recursos. Na prática, a medida mantém as regras atuais referentes à perda de cargo.


Fonte: MegaCidadania-Correio Braziliense 

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